A CFM, uma joint venture entre a Snecma e a GE, decidiu manter a taxa de produção dos motores Leap-1B, que equipam os aviões 737 MAX, mesmo com a diminuição da produção da aeronave da Boeing, de 52 unidades para 42 mensais.

A produção sem variação foi alcançada há apenas alguns meses, após a Boeing e a Airbus sofrerem de atrasos nas entregas dos propulsores no início de 2018. Para evitar uma variação abrupta na solidez da cadeia produtiva, a CFM tomou essa decisão.

A empresa complementou que pode fazer “ajustes temporários se necessário”, dando a entender que pode diminuir a produção, se a Boeing decidir manter a taxa de produção atual durante todo esse ano.

Essa também é uma oportunidade da CFM corrigir a produção dos motores Leap-1B, que estava atrasada em três semanas em fevereiro, enquanto a empresa já tinha normalizado a produção do CFM Leap-1A, que equipa o A320neo.