Foto - BriYYZ

No dia 18 de outubro um voo da Air Canada, o AC 279 de Vancouver a Whitehorse, precisou fazer uma pequena “aventura” após encontrar condições climáticas adversas na hora do pouso.

O voo originalmente deveria durar duas horas, cumprindo essa rota doméstica, porém condições climáticas adversas e uma forte nevasca impediram que o Airbus A319 da companhia pousasse em Whitehorse, após várias órbitas aguardando uma tentativa de pouso.

Sem conseguir pousar em Whitehorse, o único destino próximo capaz de receber o Airbus A319 naquele momento era Anchorage, no Alasca, um território norte-americano.

A aeronave então seguiu em direção a Anchorage na tentativa de encontrar uma pista com condições de pouso. Logicamente aí começou o problema para os passageiros.

O Aeroporto de Anchorage não esperava receber um voo doméstico da Air Canada, logicamente alguns passageiros estavam sem passaporte, e não poderiam desembarcar tranquilamente no local.

Os Estados Unidos foram até amigos dos Canadenses, e permitiram que a companhia realocasse os passageiros em um Hotel, enquanto a tripulação descansava para seguir viagem em breve.

No outro dia, de manhã, os passageiros se reuniram no aeroporto seguir até Whitehorse. Todos os procedimentos realizados, a aeronave decolou rumo ao destino, mas novamente os pilotos encontraram condições difíceis de pouso em Whitehouse, e decidiram seguir para Vancouver.


Como os passageiros estavam entrando no Canadá, eles tiveram que preencher os formulários alfandegários e chegar pelo terminal internacional.

Os passageiros ficaram aguardando algumas horas em solo, e cerca de 34 horas após a partida do voo original, os passageiros foram novamente direcionados ao terminal e solicitados a voar de volta para Whitehorse. O pouso foi realizado com sucesso, após 36 horas da partida original de Vancouver.

Os passageiros ficaram aliviados, mas reclamaram que a Air Canada não divulgou muitas informações durante a maior parte da viagem.