A FlyBMI anunciou nesta última sexta-feira que deixaria de operar todos os seus voos a partir do dia 16 de fevereiro, após ser duramente afetada por uma variação no mercado e limitações futuras do Brexit.

A companhia no ato de sua falência estava operando com 17 aviões, atendendo 25 destinos na Europa. Ao todo 376 funcionários trabalhavam na companhia.

Voando a partir de Aberdeen, Derry, Bristol, East Midlands, Stansted e Newcastle, no Reino Unido, seus aviões realizavam voos para destinos na República Tcheca, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Noruega, Polônia e Suécia.

Os passageiros afetados foram informados para contatar seus agentes de viagens, aqueles que compraram diretamente com a companhia aérea devem entrar em contato com as companhias de seguros e cartões de crédito, para solicitar o reembolso da passagem.

Em nota a companhia Flybmi disse: “É com o coração pesado que fizemos este anúncio inevitável.

“A companhia aérea enfrentou várias dificuldades, incluindo os recentes aumentos nos custos de combustível e carbono, o último decorrente da recente decisão da UE de excluir as companhias aéreas do Reino Unido da participação total no Esquema de Comércio de Emissões.

“O comércio atual e as perspectivas futuras também foram seriamente afetados pela incerteza criada pelo processo Brexit, que levou à nossa incapacidade de garantir valiosos contratos de vôo na Europa.”