Prestes a entrar em vigor a nova configuração da Terminal de São Paulo – a TMA SP Neo, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e o Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste (CRCEA-SE) promoverão nesta quinta-feira, dia 13 de maio, um webinar para apresentar os detalhes deste complexo projeto.

O evento será transmitido ao vivo no canal do DECEA no YouTube (www.youtube.com/user/tvdecea), a partir das 13:00, com a presença de participantes do Projeto e convidados, que tratarão de temas como capacidade do espaço aéreo e os resultados do projeto; atualização da Circulação VFR; mudanças para os aeroportos de Congonhas (SBSP), Campinas (SBKP) e Guarulhos (SBGR); as novas Cartas de Altitude Mínima de Vigilância (ATCSMAC); as alterações de aerovias; e o Point Merge System.

O projeto TMA SP Neo diz respeito à reestruturação do espaço aéreo da Terminal de São Paulo, a maior e mais movimentada da América Latina, que entrará em vigor no dia 20 de maio.

Em fevereiro deste ano foram disponibilizadas na AISWEB 213 Cartas Aeronáuticas relativas à Terminal, ressaltando-se que ainda serão impactados os Centros de Controle de Área de Brasília (ACC-BS) e de Curitiba (ACC-CW), bem como as Áreas de Controle Terminal do Rio de Janeiro (RJ), Pirassununga (YS), Curitiba (CT), Florianópolis (FL) e de Porto Alegre (PA).

O destaque deste Projeto, que beneficiará o aeroporto de Guarulhos, é o Point Merge System, um método para facilitar o sequenciamento das aeronaves que chegam, especialmente nos momentos de alta demanda.

Participe do webinar do dia 13 de maio e confira maiores detalhes da TMA SP Neo no site do projeto – www.decea.mil.br/tma-sp-neo

O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) emitiu até algumas recomendações aos pilotos, devido às mudanças do DECEA. De acordo com o SNA, os pilotos devem elevar o nível de alerta situacional por meio das seguintes práticas:

– Utilize a fraseologia padrão. Qualquer dúvida, não hesite em solicitar para repetir uma instrução (say again);
– Atente-se aos tráfegos nas redondezas e revise os procedimentos estabelecidos pelo fabricante/operador para casos de TA e RA;
– Verifique criteriosamente os dados disponíveis nos databases (atualização) com as cartas de saída/aproximação e chegada;
– Efetue um gerenciamento de energia adequado, especialmente em caso de “encurtamento” da rota.

Mais informações podem ser obtidas na AIC 16/2021 no link: https://publicacoes.decea.mil.br/publicacao/aic-n-1721.