O Departamento de Transportes do Estados Unidos, autorizou de forma provisória a joint-venture da Aer Lingus, American Airlines, British e Iberia. Mesmo com o controle total sob a IAG Group, não tinha participação em alguns acordos comercias feitos pela empresa matriz.

O acordo de joint-venture vai permitir toda uma cooperação em todos os âmbitos das companhias aéreas parceiras. Dentro desse acordo, há também cooperação em termos financeiros para as empresas, emissão de passagens, compartilhamento de voos, alianças estratégicas e outros.

A Aer Lingus oferece voos de 14 destinos na Irlanda para os EUA, tendo Dublin como hub principal da empresa. A partir das conexões, os passageiros poderão ir a 47 destinos na Europa, dentre esses destinos, 12 a American Airlines não realiza voos comerciais. 

A companhia irlandesa oferece a maior oferta de voos entre a Irlanda e os EUA, o que vai permitir a American e a British ampliar a presença no mercado entre os dois países. Atualmente a participação de voos da American fica entorno de 11% e a British com participação de 4%.

A companhia afirma que o acordo irá ter US$ 67 milhões adicionais em benefícios para os passageiros. Além disso, terá um acréscimo de 72 destinos em code-share nos EUA e em toda América do Norte. O acordo também irá impactar na redução de tarifas entre EUA e Europa, o que estimularia o aumento de passageiros. 

Ainda não se sabe se a Aer Lingus irá adicionar novos voos a partir de Manchester para os EUA com o Airbus A321LR. O Departamento de Transportes irá analisar a joint-venture em 5 anos, o tempo de mudanças na aviação que tem como o ano de 2023, a retomada total de demanda pré-Covid. O futuro da Aer Lingus também está sendo analisado com cautela.

 

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