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Flapper lança a ferramenta Fly Legal para combater o táxi aéreo clandestino

Flapper

A Flapper, a maior plataforma de fretamento aéreo sob demanda sediada no Brasil, lança uma ferramenta para ajudar a combater o táxi aéreo clandestino no Brasil: o Fly Legal. A solução permite aos usuários verificar se uma empresa de táxi aéreo está autorizada a operar no segmento e se a aeronave a ser utilizada atende aos requisitos de segurança da ANAC, promovendo a garantia de que os passageiros estejam embarcando em aeronaves seguras e que estejam com as manutenções e licenças em dia.

 O Fly Legal é baseado em uma página web hospedada no site da Flapper (https://flyflapper.com/flylegal). Ao submeter o número de matrícula, o sistema retorna o status da aeronave e se ela está autorizada ou não a realizar transporte público. Os dados são extraídos diretamente do sistema online da ANAC e atualizados a cada 24 horas.

O Brasil é o segundo maior mercado de táxi aéreo no mundo. O segmento de voos fretados têm atraído cada vez mais empresas de táxi aéreo clandestinas, popularmente conhecidas como TACAS. Uma das dificuldades para distinguir as empresas legítimas das ilegais se dá pelo fato de que muitas operam sob o verniz da legalidade, com sites e meios de contato que aparentam alguma credibilidade. Portanto, é crucial que os passageiros estejam sempre atentos ao escolherem empresas com homologação em dia. “Estamos em constante preocupação com a segurança dos clientes. Ao nos depararmos com um cenário de desinformação onde as diferenças entre um táxi aéreo legal e clandestino não são claras, pensamos em utilizar nossa tecnologia para solucionar o problema.”, comenta Heverton Rodrigues, CTO da Flapper.

“É amplamente esperado que pelo menos cada segundo voo de táxi aéreo no Brasil seja organizado ilegalmente”, diz Paul Malicki, CEO da Flapper. “O maior perigo vem de brokers altamente especializados que agregam centenas de aviões particulares e os comercializam diretamente com pilotos, muitas vezes sem que os proprietários percebam”, complementa o executivo. Essa prática representa um alto risco para a comunidade de pilotos, pois os envolvidos podem perder suas licenças ao serem pegos prestando serviços ilegais.

A iniciativa da Flapper integra ações como o lançamento do aplicativo Voe Seguro pela ANAC. Segundo Flapper, a principal vantagem é que o Fly Legal é mais simples e de fácil entendimento para o usuário final, além de já ser embutido na mesma plataforma que é utilizada para contratação de serviços de táxi aéreo. “Nas próximas semanas vamos ampliar a abrangência do Fly Legal para toda a América Latina e nos próximos meses para o mundo.”, complementa Heverton.

Apesar dos desafios, a empresa está otimista em relação ao setor. Paul Malicki diz: “Quando iniciamos o negócio, demorava até 1,5 ano para homologar uma aeronave para operações comerciais. Hoje pode ser feito em até 60 dias. As autoridades tornaram-se mais eficientes e agora trabalham em estreita colaboração com o setor privado para aumentar a segurança do setor.”

Com escritórios nas principais cidades da América Latina, como Brasil, Colômbia, Argentina e México, além da Flórida (EUA) e Europa, a Flapper possui uma base de 1.5 mil aeronaves catalogadas e homologadas pelas autoridades de segurança local. A Flapper também é o primeiro broker da América Latina a receber a certificação de segurança ARGUS, que comprova que a empresa adere às melhores práticas do setor e está comprometida com operações de fretamentos orientadas à segurança. Apenas 14 empresas em todo o mundo são certificadas pela organização de auditoria, incluindo a Flapper.

Para mais informações sobre o Fly Legal, acesse o site flyflapper.com/flylegal

 

 

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