Foto - Airbus/Reprodução

Impedido de comprar equipamentos modernos fabricados no exterior, o Irã precisou criar sua própria solução para permitir que aeronaves do modelo A320 continuem operando. O país criou seu próprio simulador para treinar pilotos.

De acordo com o Irã, o simulador do A320 desenvolvido pelo próprio país é comparável com modelos estrangeiros. Bem… Da última vez a “avançada” tecnologia do Irã confundiu um avião com 175 passageiros, que tinha acabado de decolar do principal aeroporto do país, com uma aeronave militar.

Graças ao simulador, o governo pode reduzir ainda mais os custos diretos e indiretos do treinamento de pilotos em 90%. Além disso, reduz-se o gasto em moedas estrangeiras.

Não há, no entanto, fotos do simulador do A320 do Irã, nem demais dados sobre sua funcionalidades. Por exemplo, cada piloto costuma anualmente cumprir mais de 200 horas de treinamento, utilizando simuladores com ou sem reprodução de movimentos, para então a carteira de tipo ser emitida, assim o piloto pode pilotar um jato em voos comerciais.

Um simulador do Tipo-D (imagem acima), que reproduz fielmente os movimentos de uma aeronave, pode custa mais de 8 milhões de dólares, sem as sanções impostas ao Irã.

Há também um outro tipo de simulador, sem reprodução de movimento, com menor custo de desenvolvimento e aquisição, porém ele diminui a percepção do piloto em relação às reações da aeronave. Porém, esse simulador mais básico e que reproduz fielmente o cockpit, é utilizado para treinar procedimentos mais simples, de identificação dos comandos e funções da aeronave.

 

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