Airbus A320neo da Lufthansa. Foto - Lufthansa

Concorrência parece não ser a visão da Lufthansa para o futuro das companhias aéreas, isso em todo o planeta. O CEO da companhia, Carsten Spohr, afirmou recentemente que espera uma “redução no número de empresas aéreas” nos próximos anos.

“O setor evolui para uma dúzia de companhias que operam mundialmente e fazem grandes conexões internacionais, assim como empresas nacionais ou regionais menores”, disse Carsten Spohr citando uma possível crise econômica que vai acelerar a consolidação do setor.

Spohr disse que os próximos anos na aviação serão de grandes aquisições e fusões, especialmente porque a Europa ainda está atrasada nessa característica, com várias companhias tentando seguir sozinhas, e algumas falindo ao deixar de se juntar aos grandes grupos.

O CEO do Grupo Lufthansa, que engloba as companhias Lufthansa, Eurowings, Swiss, Austrian e Brussels Airlines, continuou estimando quantos grupos de companhias aéreas haverá em cada país/continente: “Três nos Estados Unidos, três na China, três no Golfo e três na Europa”.

Spohr ressaltou que a Lufthansa quer ficar à frente quando o assunto é aquisições e fusões, nos próximos anos. Para ele essa é uma forma de consolidar o grupo, enquanto uma forte concorrência de companhias de baixo custo afeta os lucros da empresa.

 

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