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E190-E2 durante o Farnborought Airshow. Foto - Aeroflap

O IBGE publicou recentemente os índices de inflação de setembro deste ano, revelando uma alta de 1,16% em setembro, a maior para o mês desde 1994, quando o índice foi de 1,53%.

Nos últimos meses a inflação no Brasil já acumula alta de 10,25%, e de 6,95 em 2021.

Uma das influências pela forte alta em setembro foi do grupo dos transportes (1,82%), que acelerou mais uma vez por conta dos combustíveis, que subiram 2,43%, influenciados, pela gasolina (2,32%) e o etanol (3,79%).

Em 12 meses, a gasolina já aumentou 39,60% e o etanol, 64,77%. Também subiram no mês o gás veicular (0,68%) e o óleo diesel (0,67%).

Destaque em setembro para as passagens aéreas, a maior alta entre os itens não alimentícios no mês, com 28,19% de aumento em 30 dias (na comparação com o mesmo período de 2020). Vale ressaltar que as passagens aéreas registraram queda de 10,69% no valor médio em agosto, na comparação com 2020.

Em 12 meses as passagens aéreas já registram alta de 56,81% no país, exceto por três itens alimentícios e o etanol, esta é a maior registrada no IPCA pelo o IBGE em 2021.

A alta pode ser justificada por três motivos: O crescimento abrupto da demanda; O período de meses trabalhando sob prejuízo das companhias aéreas; E a forte alta nos combustíveis neste ano.

Por agora não há uma tendência de diminuição do preço do barril de petróleo, principal insumo para a produção do Querosene de Aviação. Nesta semana o barril (brent) superou o valor de US$ 80 no mercado internacional, o preço é quase o dobro na comparação com o início de 2021, quando estava a US$ 46.

Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado no dia 08 de outubro pelo IBGE.

 

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