USAF B-21
Concepção artística do B-21 Raider. Imagem: Northrop Grumman.

O programa de bombardeiros de próxima geração B-21 da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) poderá custar para o contribuinte norte-americano o valor de R$ 1,15 trilhão para os próximos 30 anos.

A expectativa é de que o programa do B-21 orquestrado pela Northrop Grumman desde 2015 disponibilize para a USAF cerca de 100 bombardeiros. Contudo, os altos custos para o desenvolvimento do programa chegou a ter resistência por parte do congresso norte-americano que pediu uma maior transparência na gestão dos custos no programa.

Segundo informações da Bloomberg, as projeções do programa B-21 Raider apontam o custo de US $25,1 bilhões para o desenvolvimento, US $64 bilhões para a produção e US $114 bilhões para manter a manutenção e operação de uma frota de 100 bombardeiros durante 30 anos, totalizando R$ 1,15 trilhão.

Apesar dos valores onerosos, a USAF declarou recentemente que o programa B-21 está na fase de desenvolvimento de engenharia e manufatura e dentro do cronograma planejado graças ao orçamento disponível.

Com cinco unidades do B-21 em produção e anunciado inicialmente em 2016, o B-21 será um novo bombardeiro stealth com longo-alcance e grande capacidade carga. As concepções artísticas divulgadas até o momento mostram que a aeronave terá design similar ao B-2 Spirit, este em serviço desde a década de 1980.

O nome Raider é uma homenagem aos Doolittle Raiders, um grupo de aviadores da então Força Aérea do Exército dos EUA, que em 18 de Abril de 1942, liderados pelo Tenente-Coronel James Harold Doolittle decolaram bombardeiros B-25 Mitchell a partir do porta-aviões USS Hornet para atacar Tóquio em resposta ao ataque japonês à Pearl Harbor em dezembro de 1941.

Com informações: Bloomberg

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