Foto - RAF/Reprodução

A Rússia está aumentando os voos com o bombardeiro supersônico TU-160 na região do Ártico, que fica próxima a região do Alasca, que já é território dos Estados Unidos.

A informação foi divulgada pelo tenente-general das Forças Aeroespaciais Russas, Sergei  Kobylash, em uma entrevista para o jornal russo Krasnaya Zvezda (Red Star) Newspaper. Segundo as informações divulgadas, as táticas para a maior operação do Tupolev TU-160 na região envolvem até a reconstrução de novas bases aéreas na região do Ártico.

Outra questão que se levanta com o aumento destes voos, como um súbito reforço das interceptações de aeronaves militares americanas com as russas, algo é não é novidade, sendo que a última aconteceu na semana passada, envolvendo outros bombardeiros com o caça F-22.

No lado europeu também já ocorreram interceptações de caças com o bombardeiro supersônico, porém ambas em espaço aéreo internacional, mas houve uma certa aproximação dos caças com o TU-160.

Foto – Russian Defense Ministry

Em fevereiro de 2017, caças de 3 nações interceptaram bombardeiros russos TU-160. Primeiramente a Armée de l`Air (Força Aérea Francesa) enviou dois aviões Dassault Mirage 2000-5, que decolaram da Base Aérea de Lorient para interceptar os dois Tupolevs da Rússia, além do Mirage, um Dassault Rafale também foi enviado para auxiliar na interceptação.

Houve também a participação de caças F-18 Hornet da Força Aérea Espanhola, e de caças Eurofighter Typhoon da RAF (Real Força Aérea Inglesa).

Voltando para o caso principal da notícia, outro grande nome da Rússia que se pronunciou foi o então reeleito presidente Vladimir Putin, segundo ele a reconstrução das bases está ocorrendo desde 2015.


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