Michael O’Leary, atual presidente da companhia

O Reino Unido violará leis de concorrência e de auxílio estatal, a menos que estenda a isenção do imposto que prometeu à Flybe para a indústria em geral, argumentou Michael O’Leary, da Ryanair.

Em uma carta do chanceler do Reino Unido, Sajid Javid, a companhia aérea exige que a Ryanair receba uma receba uma isenção igual a da Flybe. Para a Ryanair, isso ainda deve ser aplicado à Ryanair, EasyJet e British Airways.

A Ryanair culpa os problemas financeiros da Flybe pela má administração e um modelo de negócios insustentável que resultou em repetidas crises na companhia regional nas últimas duas décadas. Outras companhias aéreas podem operar rotas domésticas no Reino Unido de maneira lucrativa, afirma a Ryanair.

O’Leary afirma que “esse resgate do governo da Flybe, de propriedade bilionária, viola as leis de concorrência e de auxílio estatal”.

O’Leary continua: “Se a Flybe falir…, a Ryanair, a EasyJet, a BA e outras empresas participarão e fornecerão voos com tarifas mais baixas a partir dos aeroportos regionais do Reino Unido, pois já temos que compensar o recente fracasso da Thomas Cook Airways”.

O governo comprometeu-se a fornecer à Flybe um empréstimo de cerca de £100 milhões ($130 milhões) e/ou um diferimento de £106 milhões em APD (taxas), bem como uma revisão dos impostos no setor de aviação doméstica do Reino Unido.

O Grupo IAG já apresentou uma queixa à União Europeia alegando que o resgate viola as regras dos auxílios estatais, enquanto a EasyJet defendeu que o dinheiro do contribuinte não deve ser usado para socorrer empresas privadas.


 

Via – FlightGlobal

 

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