A Smiles fechou o segundo trimestre do ano batendo recordes de faturamento, de acúmulo e de resgate de milhas.

O faturamento bruto total – que inclui o valor das vendas de milhas e parcela em dinheiro do Smiles & Money, antes da incidência dos impostos – cresceu 18,8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, atingindo R$ 552,4 milhões.

O resgate de milhas somou 19,1 bilhões, em alta de 16,5%; e o acúmulo, 25 bilhões, ou 21,9% a mais do que um ano antes.

Por conta da queda da receita de breakage – menor expiração de milhas – a receita líquida caiu 8,9% em relação ao segundo trimestre de 2017. “Isso reflete o maior engajamento dos nossos clientes, mostrando inclusive que a nossa receita com emissão de passagens continua crescendo (7% em relação ao ano anterior), a despeito de um trimestre mais desafiador por conta da greve dos caminhoneiros, Copa do Mundo e alta do dólar”, diz Leonel Andrade, presidente da Smiles.

“O forte crescimento do faturamento traz uma ótima perspectiva da receita futura. Isso mostra que os clientes continuam privilegiando a Smiles frente aos concorrentes. É para cá que eles trazem seus pontos de bancos e varejo, por isso nosso acúmulo teve um novo recorde histórico”.

“Nosso foco continua na experiência de viagem, com parcerias com os líderes em cada setor – seja em entretenimento, seguro, locação de veículos, hotéis e passagens aéreas, onde os clientes veem mais valor. Acabamos de fechar parceria com mais quatro companhias aéreas – a regional Passaredo, e as africanas Royal Air Maroc, Ethiopian Airlines e South African Airways – e dobramos a oferta de hotéis e pousadas”, completa.

 

Principais indicadores do 2T18: