Swiss Boeing 777 Suiça

A pandemia de Covid-19 fez com que uma crise jamais vista atingisse a aviação em praticamente todas as partes. A Swiss é uma das diversas companhias aéreas que podem realizar cortes no seu quadro de funcionários devido a crise.

Ainda existem diversos países com restrições para a entrada de passageiros, isso impactou diretamente as finanças das companhias aéreas. A Swiss está analisando a transição do mercado do primeiro para o segundo trimestre de 2021, avaliando como estará o balanço financeiro da empresa.

Dos 1.000 cargos anunciados, concluímos 500 dos cortes de empregos até o final de 2020. Quantos cargos adicionais teremos potencialmente de cortar é algo que só posso responder no segundo trimestre. Estamos no meio da análise.” Disse Dieter Vranckx, CEO da Swiss.

Ao final de 2020, a companhia aérea estatal cortou 500 funcionários que representam pouco mais de 10% do quadro total. Um dos focos da empresa é na viagem a negócios, no qual a Swiss não está otimista com o cenário futuro.

Com muitas dessas funções sendo adaptadas para Home Office e com reuniões virtuais, a demanda executiva teve uma redução significativa. Assim como outras companhias aéreas da Europa, a Swiss tem operado um bom número de voos cargueiros para tentar equilibrar as receitas. 

A empresa converteu alguns de seus Boeings 777 em cargueiros, podendo transportar cargas tanto no porão quanto na cabine onde os passageiros geralmente voam. Além dos 777s, a empresa também tem utilizado o Airbus A340 para levar cargas especialmente suprimento de combate a Covid-19.

Atualmente a frota da companhia de bandeira da Suíça é composta por 22 novos Airbus A220, além de 8 A320(versão Ceo e Neo), 5 A321(Versão Ceo e Neo), 3 A330-300 e 4 A340-300. Da frota de Boeing, a companhia possui 12 777-300ER, todos estão ativos. Com a falta de demanda, a empresa reduziu boa parte de sua frota doméstica e parte da frota de longo curso de Airbus.