A Timbro, empreendedora brasileira de comércio exterior, distribuição e serviços financeiros, reforça em 2021 a operação de importação de aeronaves executivas. A iniciativa visa atender a demanda crescente do setor e oferecer agilidade e simplificação nos processos de aquisição de aviões e helicópteros novos e seminovos.

Das empresas que fazem a importação de aeronaves executivas para terceiros, a Timbro é a única no país que opera com exportação de commodities agrícolas e siderúrgicas em volumes relevantes, além de atuar na importação e distribuição de equipamentos e bens de consumo. A sinergia entre as frentes de negócios e o suporte tecnológico e gerencial conferem agilidade aos processos de importação e sólida estrutura financeira a quem deseja adquirir uma aeronave. Ao aliar a expertise da equipe especializada em aviação ao conhecimento da Timbro em comércio exterior, a importação de aeronaves torna-se mais segura e simples, desde a captação até aspectos técnicos de cada contrato.

Equipe especializada em aviação e barter para o pagamento das aeronaves

Em 2021, a Timbro vem reforçando o time de aviação com profissionais especializados, de perfil multidisciplinar, com experiência na aquisição de diferentes modelos de aeronaves, como jatos, bi-motores e monomotores turbo-hélices, helicópteros e aeronaves agrícolas. No primeiro semestre, Philipe Figueiredo, ex-Honeywell e Líder Aviação, assumiu a posição de Head de Aviação da empresa.

A partir da consolidada atuação com commodities agrícolas e siderúrgicas, neste ano a Timbro trouxe com exclusividade ao mercado de aeronaves executivas uma modalidade de negócios muito comum no comércio internacional que são as operações de barter (compra e venda de produtos tendo como moeda de pagamento outros produtos).

Esta particularidade permite que a empresa aceite como forma de pagamento por uma aeronave importada, para clientes destes setores, commodities agrícolas (açúcar, algodão, café, milho ou soja) ou siderúrgicas (ferrogusa, minério de ferro, minério de manganês). Sendo assim, um produtor de algodão, por exemplo, pode escolher entre pagar a Timbro com as suas colheitas futuras, usar recursos financeiros ou, ainda, a combinação de ambos. “Ao oferecer o barter como solução financeira, apoiamos o empresário do agro e de mineração, que precisa de uma aeronave executiva e tem as questões de safra e preço das commodities impactando seu fluxo de caixa”, explica Figueiredo. A expectativa para 2022 é que 10% das importações de aeronaves feitas pela Timbro tenham o pagamento realizado por meio desta nova solução.

Projeção de crescimento já em 2021

A empresa atua na importação de aeronaves há 11 anos e é homologada pelas principais instituições de leasing do Brasil e do mundo – a operação da Timbro representava 25% das aeronaves importadas no Brasil em junho de 2021. Com os investimentos, a expectativa é fechar 2021 com mais de 40 aeronaves importadas, entre novas e seminovas, e mais de R$ 500 milhões em vendas. “No primeiro semestre de 2021, a Timbro registrou aumento de 40% de clientes interessados em adquirir uma aeronave. Convertemos 70% destes negócios, indicando crescimento consolidado da operação ainda neste ano”, detalha Figueiredo.

Para helicópteros, a expectativa da Timbro também é de crescimento. Segundo Figueiredo, “as projeções apontam aumento da frota brasileira de helicópteros entre 40% e 50% até o próximo ano. Na Timbro, queremos ter 30% do mercado de aeronaves de asas rotativas importadas”. A empresa busca ainda incrementar o segmento de helicópteros seminovos, com espaço para desenvolvimento. “Há oferta de helicópteros novos no Brasil e no mundo. Porém, a demanda está acelerada e o cliente tende a trocar por um mais novo, vendendo a aeronave atual, o que abre uma janela de oportunidade. Temos na Timbro equipes de traders e de backoffice especializadas em aviação, com experiência em helicópteros, tornando simples e segura a aquisição de um seminovo importado”, explica Figueiredo.

Além da importação de aeronaves, a Timbro também atua na exportação de commodities agrícolas e de matérias-primas siderúrgicas e nos segmentos de distribuição (produtos eletrônicos, cosméticos e lácteos), de importação sob demanda (máquinas, bens de consumo, entre outros) e serviços financeiros (proteção de ativos e derivativos). O volume de negócios registrado no balanço 2020 foi de R$ 4,3 bilhões, com receita líquida consolidada de vendas em cerca de R$ 2,8 bilhões.

Via: Timbro

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