Vídeo mostra asa de Boeing 747 da Virgin sendo destruída para reciclagem

Esse 747 utilizou três pinturas diferentes da Virgin Atlantic ao longo da sua operação pela companhia.

Faz quatro meses que a Virgin Atlatic aposentou o Boeing 747-400 de matrícula G-VBIG, da sua frota, e nesta última semana

O voo final da aeronave dessa partiu de Londres Gatwick em uma sexta-feira, 22 de novembro, rumo à St Athan, um ex-aeródromo militar no país de Gales, local onde a aeronave foi estocada e agora está sendo reciclada.

Logo após a chegada da aeronave em St Athan, os engenheiros da Virgin Atlantic passaram um tempo com a aeronave removendo peças que poderiam ser reutilizadas, além de todos os logotipos e marcas da Virgin. O Boeing 747 teve também todo o combustível restante removido.

No vídeo abaixo, publicado pelo engenheiro de aeronaves Kyle Mckernan, podemos ver a ferramenta utilizada para cortar o metal, diminuindo o tamanho da aeronave em várias pedaços diferentes, para o transporte até o local que reciclará as diferentes ligas de metal.

Comentando o último voo do G-VBIG, o capitão John Neyland, que pilotou a aeronave, disse o seguinte:

“O voo foi muito tranquilo, apesar do mau tempo em St Athan, em grande parte devido ao incrível apoio de todas as áreas da empresa. As nuvens em baixa altitude e a chuva forte quase significaram que não conseguiríamos pousar, mas o tempo melhorou bem a tempo de nosso pouso. Foi bastante emocionante após o pouso, quando nos estávamos no pátio, com os motores desligados pela última vez e fizemos a última entrada no registro técnico. O 747 não voaria mais”.

“Cada aeronave desenvolve seu próprio caráter e todas têm suas próprias histórias para contar”, diz o post da Virgin Atlantic no blog sobre a aposentadoria de Tinker Belle, o nome de batismo da aeronave.


A aeronave tinha pouco mais de 23 anos no momento de sua aposentadoria, tendo ingressado na frota em junho de 1996. O motivo do avião ser aposentado, além do desejo da British Airways de renovar sua frota com os A350-1000, foi o alto custo de manutenção para manter operações diárias com esse avião.

 

 

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