Virgin Atlantic se interessa em se tornar parceira e reativar a Flybe

A pandemia de Covid-19 pelo mundo custou as operações de algumas companhias aéreas que não conseguiram ajuda do governo ou teve colapso nas finanças. A Flybe era até então a maior companhia aérea regional independente da Europa com mais de 100 destinos e 72 aeronaves.

Entretanto a companhia com sérios problemas financeiros deixou de operar em março, quando se iniciou o ápice da pandemia. Diversos voos foram cancelados e impedidos de realizados devido da restrição de viagens pela Europa, na época o epicentro da pandemia. 

Sem poder realizar voos, a Flybe teve um colapso financeiro por não conseguir ter receita e consequentemente a não pagar suas dividas. A companhia com sede no Reino Unido apesar de ser a maior regional, não obteve lucro em período de tempo menor e a concorrência com outras empresas fez com que a Flybe não tivesse forças para a crise.

Além disso, as taxas altas de operação no Reino Unido cooperaram para a crise na empresa que teve seu fim decretado logo no inicio da pandemia. Entretanto, houve uma esperança para a volta da companhia regional.

Em um evento, o CEO da Virgin Atlantic, Shai Weiss, observou um potencial para que a companhia de voos longos se tornasse parceira da Flybe e pudesse reativar a empresa. 

“Somos uma parte interessada porque temos um interesse residual nesse negócio. E agradecemos a oportunidade de Flybe ressuscitar novamente e servir as várias regiões do Reino Unido. ” Disse o CEO.

Notícias pela Europa indicam que os acionistas da Flybe estudam um investimento para trazer a companhia de volta as operações. Caso isso venha a ocorrer, a Virgin deve formalizar a intenção de se tornar uma parceria operacional com a Flybe.


A Virgin tentou por algum tempo criar a sua própria companhia aérea regional, o objetivo maior era alimentar os hubs internacionais da empresa. A Virgin Atlantic Little Red como era chamada, operou por apenas 2 anos e não obteve sucesso que a Virgin esperava para empresa que operava voos curtos. 

A Virgin e a Flybe já foram parceiras em compartilhamento de voos, entretanto a Virgin já havia enxergado um potencial e uma necessidade de ampliar essa parceria. Entretanto devido a crise a Virgin havia deixado a ideia de lado pois enfrentava também um futuro incerto.

“A estratégia de investir na Flybe tinha a ver com conectividade com Manchester e Heathrow para que pudéssemos alimentar mais nossos aviões. Mas é claro, apenas para servir, sob o novo nome, que seria Virgin Connect , Reino Unido e mais ampla na Europa ”. Completou 

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