No dia 21 de junho, a Vueling impediu uma jovem de embarcar em um voo da empresa, com destino a Barcelona, apontando que a passageira estava com uma roupa inadequada para entrar em uma aeronave da companhia.

A passageira, identificada como Laura C., relatou que estava com uma vestimenta composta por um body, saia e tênis, a justificativa da companhia aérea para restringir o embarque foi apontada como “traje” adequado para banho.

Toda a confusão de embarque foi formada no finger, após uma divergência de análises entre uma comissária de voo e uma agente de solo da Vueling. Os passageiros que estavam na fila de embarque entraram na discussão para apoiar a passageira prejudicada.

“Quando estava na fila, vi uma troca de olhares entre uma comissária de bordo e outro que estava nos balcões. Quando chegou a minha vez, o funcionário que me atendeu disse-me que assim eu não voava e que deveria comprar alguma coisa. Eu disse que tinha um lenço para me tapar e ele me disse que nem mesmo com o lenço”, disse Laura C.

A decisão final foi determinada pelo comandante, de acordo com os envolvidos, e o casal afetado foi encaminhado para o balcão da companhia aérea, com a ajuda de forças policiais locais para prestar queixa. Laura disse que pretende recuperar o valor pago pela passagem na Vueling.

Justificando a atitude, a Vueling disse que as condições do transporte de passageiros se aplicam igualmente a homens e mulheres e que são concebidas “para defender e proteger a segurança de todos os seus passageiros e para regular o seu comportamento em benefício de todos”.

 

O vídeo abaixo mostra um pouco do momento em que a passageira foi barrada:


 

Via – Jornal Econômico