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John Dunkin era o piloto pessoal de Donald Trump, até o mesmo assumir a presidência e passar a voar somente nos aviões da USAF. Ele era o responsável por pilotar o Boeing 757 chamado também de Trump Force One.

Mas Donald Trump recentemente colocou ele na lista para dirigir a FAA (Federal Aviation Administration), um órgão com bilhões de orçamento, responsável por indicar os critérios de segurança da aviação para a maioria dos órgãos regulamentadores do mundo, e também pelo tráfego aéreo do país, através dos Centros de Controle de Tráfego.

“Ele geriu os departamentos de voos de companhias aéreas e corporativas, companhias aéreas certificadas de acordo com os regulamentos da FAA e supervisionou a frota aérea da campanha presidencial de Trump, que incluiu o gerenciamento de todo o transporte aéreo para viajar entre 203 cidades em 43 estados ao longo de 21 meses”, disse a Casa Branca, justificando a possível “escolha” de Dunkin para a lista de novos diretores da FAA.

Trump disse anteriormente aos executivos de companhias aéreas que Dunkin é “um especialista real” e um “cara inteligente”.

Na mesma lista está Sam Graves, um republicano do Missouri e o atual administrador da FAA, além de Dan Elwell, que também é ligado à FAA.

De acordo com outros jornais dos EUA, Dunkin disse às pessoas que quando ele costumava voar com Trump em seu Boeing 757 privado, muitas vezes eles estavam presos nos aeroportos, devido aos atrasos. Ele disse ao Trump que nada disso aconteceria se um piloto dirigisse a FAA.

A FAA é responsável pela certificação de novas aeronaves e autorização de voo de equipamentos experimentais, tanto no ramo aeronáutico como o espacial. Além disso suas regras servem como exemplo para inúmeros países, que tentam fazer uma “política internacional” de tráfego aéreo conjunta.

Trump disse que não vai influenciar a escolha do novo diretor geral da FAA.

 

Via – Fortune.com

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