CEO da Azul alerta para novas “decisões difíceis” para encarar a crise

A Azul Linhas Aéreas é mais uma das companhias que está passando por essa crise de baixa demanda no setor de aviação.

Diversas ações já foram tomadas, e reduções de custos ocorrem diariamente na empresa, no entanto, de acordo com um comunicado do CEO da Azul Linhas Aéreas, John Rodgerson, essas ações devem ser ampliadas na próxima semana.

Rodgerson, em mensagem aos funcionários nesta quarta-feira (03/06) alertou de forma transparente que pretende infelizmente realizar cortes de empregos, e mais adequações para reduzir os custos da empresa.

De acordo com o CEO da empresa, esta atitude da Azul é devido a um crescimento menor da demanda nos próximos meses, o que não justifica a queima de caixa para manter a grande estrutura da companhia, capaz de operar quase 1000 voos por dia.

A Azul operará em junho uma média de 150 voos por dia, enquanto espera um aumento de 100 voos (para 250) em julho. No final do ano a companhia deve recuperar 50% da oferta de assentos presente antes do Coronavírus.

A companhia aérea deverá executar programas de aposentadorias e demissões voluntárias, bem como estender o programa de licenças não-remuneradas. Conversas com sindicatos estão ocorrendo, para minimizar as baixas na empresa.

Anteriormente a Azul informou que cortou qualquer perspectiva de crescimento. A companhia adiou entregas de aviões da Embraer, e negocia com a Airbus no momento.


 

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