A EasyJet não aceitou uma oferta realizada pela Wizz Air para realizar a compra da companhia. A proposta da “rival”, de acordo com a easyJet, teve um baixo valor e será substituída por uma rodada de investimento.

A oferta de compra foi analisada pelo conselho de acionistas da easyJet, com rejeição integral da proposta. A companhia não divulgou qual empresa fez a proposta de compra, porém, fontes próximas declararam que a Wizz Air foi responsável pela oferta.

A companhia aérea confirmou que fez um acordo para uma nova linha de crédito rotativo com garantia sênior de quatro anos de US$ 400 milhões, completando os mais de US$ 2 bilhões que a companhia precisa para retomar os voos sem problemas financeiros.

No local da compra, a easyJet vai ao mercado financeiro para captar por US$ 1,7 bilhão por meio de emissão de notas, com conversão em ações da companhia.

Em um comunicado, a easyJet disse:

“O Conselho concluiu que o levantamento de capital adicional protegerá o posicionamento de longo prazo da easyJet no setor de aviação europeu e apoiará o crescimento à medida que surgirem novas oportunidades com a pandemia COVID-19. Como resultado, a Empresa está, portanto, lançando uma Emissão de Direitos.”

A easyJet já realizou anteriormente essa manobra com os acionistas durante a pandemia. Na ocasião a injeção de dinheiro acrescentou US$ 580 bilhões ao caixa da empresa em junho de 2020, utilizando o aumento de capital para captar dinheiro sem gerar dívidas.

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