A South African Airways está enfrentando uma séria greve de trabalhadores, que deve afetar as operações da companhia até a próxima segunda-feira.

Essa greve é apontada por especialistas como o início do fim da estatal SAA, visto que pode custar até US$ 3,4 milhões por dia, devido aos voos cancelados em um período que a companhia tenta não aumentar a sua dívida.

Ontem, cerca de 3000 funcionários da empresa ficaram sem trabalhar, cancelando quase todos os voos da companhia.

Enquanto isso, a SAA declara que não vai pagar os funcionários que deixarem de trabalhar no período de greve, agravando ainda mais a situação da empresa com seus trabalhadores.

A greve está sendo liderada pelo Sindicato Nacional dos Metalúrgicos da África do Sul (NUMSA) e pela Associação Sul-Africana de Tripulantes de Cabine (SACCA). De acordo com relatórios anteriores, a SAA ofereceu um aumento salarial de 5,9%, mas os sindicatos estão pedindo pelo menos 8%.

A situação veio à tona nesta semana, quando foram revelados planos de que a SAA estava pensando em demitir cerca de 940 funcionários 

A SAA ainda espera retomar alguns voos internacionais amanhã (17/11), porém nesta sexta e sábado todos os voos foram cancelados.


Dezenas de passageiros estão na fila há horas no Aeroporto Internacional OR Tambo, de Joanesburgo, tentando obter assistência da equipe da SAA.

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