Itapemirim
Foto: Gabriel Benevides/Aeroflap

A União anunciou na última sexta-feira (14), que negou um pedido feito por Sidnei Piva de Jesus, dono do Grupo Itapemirim, para a renegociação de uma dívida de R$ 2,2 bilhões do grupo.

Com isso, uma petição com o pedido negado foi protocolada na 1ª Vara de Falências de São Paulo pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

“Por meio de sua Procuradora da Fazenda Nacional, a União vem informar o indeferimento da proposta de transação tributária individual protocolada pela Ita. Consigna-se que estão encerradas as tratativas com a empresa para celebração de transação tributária visando à regularização do seu passivo fiscal, cujo valor, destaca-se, já ultrapassa a quantia de R$ 2 bilhão”, destaca parte do documento.

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Se voar desde o dia 17 de dezembro de 2021, a Itapemirim surpreendeu os seus clientes com passagens marcadas em todo o Brasil. Após o ocorrido, a ANAC suspendeu o seu Certificado de Operador Aéreo (COA), bem como a comercialização de passagens aéreas até que a empresa passe a cumprir os pedidos de reembolso e a reacomodação de passageiros.

Sem poder voar e com a promessa do retorno das atividades no dia 17 de fevereiro cada vez mais incerta, muitos clientes com passagens compradas para o final de dezembro e janeiro relataram ao Portal AEROFLAP que ainda não conseguiram realizar o reembolso.

Além dos clientes,  credores do Grupo Itapemirim acreditam que diante da saúde financeira da empresa, dificilmente o grupo irá honrar o pagamento das dívidas vigentes.

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