Na imagem dois Spitifire, um BF-109 e um Hawker Harricane- Foto: Ronnie McDonald- Wikimedia

Na Primeira Guerra, o mundo testemunhou que os ataques poderiam vir do céu de forma rápida e eficaz, mas a aviação entre 1914 a 1919 ainda de certa forma estava engatinhando, mas desde essa época histórias foram feitas com biplanos e triplanos e grandes nomes ficaram conhecidos, como o famoso Barão Vermelho, um ás alemão de muito destaque.

Mas foi na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), que a aviação militar tomou uma forma eficaz, histórica e digna de filmes (o que de fato existe).

Monoplanos

Clássico Spitifire com a clássica pintura da RAF

Podemos começar a falar dos monoplanos, o que é basicamente a aviação de hoje, aeronaves mais rápidas e agias foram criadas e vários nomes famosos dentre os monoplanos surgiram e isto de ambos os lados da guerra, como Spitifire, P-51, P-47, F-5U Cosair, são alguns nomes de caças aliados: BF-109, Me-262 e o Zero são grandes nomes de duas grandes nações bélicas que lutaram ‘contra o resto do mundo na época’.

 

O Jato

Jato Messerschmitt Me 262- Foto USAF

Com o passar da guerra, foi visto que a velocidade poderia ser um grande aliado e neste requisito os alemães saíram na frente, com o German Me 262, o primeiro jato de combate a ser usado no mundo, o Me 262 entrou em serviço no final da guerra já no ano de 1944 e devido isso e a outras coisas não teve uma grande eficácia em combate, mas marcou o que seria aviação militar desde período para frente.

 

Grandes e pressurizados


B-29 Superfortress- Foto: Arquivo Boeing

Mesmo o jato mostrando ao mundo que a velocidade poderia ser um vantagem, o tamanho, a altitude e o poder bélico falaram mais alto. Para falarmos disso podemos exemplificar o clássico B-29 Superfortress, o maior bombardeiro operacional da época que ficou mais famosos ainda ao colocar fim na Segunda Guerra Mundial, ao lançar as famosos bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.

O B-29 também foi um dos pioneiros em relação a cabines pressurizadas, que protegiam mais os tripulantes e suportava climas ameaçadores, além de poder voar a longa distância, e ajudou marcar aviação de hoje em termos de pressurização e conforto aos passageiros, que na época foi seguida pelos aviões DC-6 e DC-7.

O B-29 rende mais tempo para falar especificamente dele, então clique abaixo para ler esse artigo e saber mais sobre esse clássico bombardeiro e curiosidades ao redor do temido B-29:

Conheça um pouco mais do clássico e temido bombardeiro que ‘colocou fim na II Guerra Mundial’

 

Radar (tecnologia)

O que hoje é usado para segurança de voos, estratégia para identificar inimigos, foi desenvolvida com maior eficácia no período da II Guerra Mundial. Sua origem mesmo que primária, foi por meio do alemão Christian Hulsmeyer, no ano de 1904.

Mas o radar de Christian foi um embrião ao que conhecemos hoje, pois o equipamento do inventor alemão tinha uma precisão muito baixa.

Outro nome envolvendo o radar foi o cientista sérvio Nikola Tesla, que em 1917, ou seja em meio a I Guerra Mundial conseguiu descobrir a frequência necessária para detectar objetos, bem como o movimento dos mesmos.

Radares usados pelos ingleses na II Guerra Mundial- Foto: Saidman, fotógrafo oficial da RAF , via Web

Dentre outros nomes que apareceram, entre eles norte-americanos, da extinta URSS e da França, a tecnologia veio ganhando cada vez mais detalhes, avanços e foi visto que poderia ser usado como um grande ferramenta estratégica.

Com tudo devemos também citar os britânicos que no ano de 1935, conseguiu desenvolver um radar que podia mostrar aeronaves a mais de 100 km de distância do sinal emissor, o engenheiro britânico Robert Watson-Watt, ganhou muito destaque no grande desenvolvimento do radar que no período de II Guerra foi colocado prática.

Robert Watson-Watt ao lado de seu radar que se tornou o mais potente até então

 

Aerodrómos

Falamos bastante de aeronaves, modelos, tecnologia radar, mas os aeródromos/aeroportos e por sua vez bases aéreas também se desenvolveram na II Guerra, até mesmo pelo tamanho e eficiência das aeronaves da época que exigiam uma estrutura melhora para que pudessem ser operados com maior segurança, pois tinham vidas lá dentro e muito dinheiro envolvido.

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