Foto - Divulgação / RIOgaleão

Um novo estudo colocou o RIOgaleão no topo do ranking dos melhores aeroportos da América Latina em 2017. Trata-se de um levantamento feito pela OAG, empresa inglesa especializada em análise de dados aeronáuticos e que avaliou o quesito logística de operações. 

O “OAG Turnaround Tables”, publicado neste mês, mostrou que o Aeroporto Internacional Tom Jobim provou sua eficiência operacional com aeronaves em solo, registrando a menor variação de tempo entre a chegada e a partida de um mesmo voo.

“Hoje, contamos com equipes próprias e terceirizadas que conseguiram atingir um nível de experiência de trabalho que nos permite transformar um tempo de chegada razoável em um tempo de saída excelente. Isso é possível graças aos esforços conjuntos com as empresas aéreas e demais stakeholders, além dos investimentos em tecnologia que realizamos desde 2014”, explica Herlichy Bastos, diretor de operações do RIOgaleão. O aeroporto conta com tecnologias fundamentais para alcançar estes resultados, como o sistema de análise e aprovação de voos, o sistema de gestão de operações, que rendeu muita eficiência ao RIOgaleão, e o sistema de controle de pátio – projeto pioneiro na América Latina que monitora e controla o movimento de aeronaves dentro do aeroporto, tudo em tempo real.

No mesmo ano, segundo a OAG, o RIOgaleão foi o aeroporto mais pontual da América Latina entre os terminais que recebem entre 10 e 20 milhões de passageiros por ano (além disso, também conquistou a quarta posição mundial). O percentual de quase 86% foi melhor que o registrado em 2016, quando 82,2% das decolagens ocorriam dentro do prazo no principal terminal do Rio de Janeiro.

A metodologia utilizada pela consultoria OAG leva em consideração o rastreamento de 57 milhões de voos e considera, para o ranking, aqueles que decolaram em até 14 minutos e 59 segundos no tempo estimado. O “OAG Turnaround Tables” se baseia nos 250 maiores aeroportos do mundo todo no critério “voos previstos”. A base de dados da consultoria traz informações de, pelo menos, 80% dos voos em 12 meses.