Foto: Solojet

A Solojet Aviação recebeu na semana passada a segunda aeronave para o programa de compartilhamento de aeronaves lançado este ano, o Solojet Shares, um produto voltado para o mercado brasileiro.

O segundo Hawker 400 já está no Aeroporto de Jundiaí e passa agora por um completo retrofit, que inclui renovação de interior, nova pintura e manutenção. O primeiro Hawker 400 do Solojet Shares já está compartilhado e em operação. Em breve, a empresa deverá concluir a negociação de uma terceira aeronave. 

Nessa nova área de negócios, a empresa optou por um modelo de aeronave de excelente custo-benefício, o Hawker 400, que transporta até 8 passageiros e tem a cabine mais espaçosa da categoria (305 pés cúbicos). As cotas de 25% da propriedade iniciam a partir de US$ 320 mil. 

“Nosso objetivo ao escolhermos o Hawker 400 foi ter, ao mesmo tempo, uma aeronave que fosse segura, capaz de levar um bom número de passageiros a bordo e de atravessar o Brasil todo. Com uma boa relação custo-benefício”, explicou André Bernstein, diretor da Solojet Aviação. 

O compartilhamento de aeronaves existe há mais de 20 anos e é um sucesso em diversos países do mundo, em especial nos Estados Unidos, pois permite que os custos de aquisição e as despesas da aeronave sejam divididos. “O modelo é ideal para quem gasta muito com fretamento, mas ainda não tem necessidade de ter uma aeronave de uso exclusivo.”

No compartilhamento de aeronaves,  o proprietário só paga sozinho os custos operacionais dos próprios voos.  E conta, também, com a disponibilidade da aeronave para os voos, mais suporte de gerenciamento e manutenção, ou seja, não é preciso se preocupar com nada.

Outra vantagem do Hawker 400 é sua performance e, devido ao teto operacional de 45 mil pés, proporciona voos com menor turbulência. O modelo atinge velocidade máxima de 450 nós / 833 km/h e tem alcance máximo de 1400 milhas náuticas / 2.592 km. Ou seja, pode ir de São Paulo até Recife sem escalas, por exemplo.

Via: Solojet Aviação

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