Gulfstream G550 Timbro Aviação Executiva
Foto: Gulfstream

A Timbro, empreendedora brasileira de comércio exterior, distribuição e serviços financeiros, traz para o mercado de aeronaves executivas a experiência acumulada em 11 anos atuando na importação e exportação de bens.

A operação de aviação da empresa vem colhendo os resultados de aplicar este conhecimento especializado: entre janeiro e abril de 2022, a Timbro importou três vezes mais aeronaves para clientes do que no mesmo período de 2021.

Segundo Philipe Figueiredo, Head de Aviação da Timbro, “a grande vantagem em importar uma aeronave com uma empresa como a Timbro é a simplificação de toda a operação. A aeronave chega pronta para o comprador”.

A área de aviação da Timbro é responsável por todos os trâmites de importação de uma aeronave executiva. A empresa apoia o comprador do avião ou helicóptero novo ou seminovo, passando pela estruturação da operação, busca pela melhor solução de crédito, gestão da aquisição, entrega no exportador, traslado e nacionalização junto aos órgãos competentes.

Ao operar em diferentes fluxos comerciais – com importação, exportação e distribuição – e em segmentos distintos como commodities agrícolas, minério, bens de consumo (eletroeletrônicos, vinhos, artigos de luxo), máquinas, equipamentos para energia, insumos para construção civil, entre outros, a Timbro adquiriu conhecimento vasto e um modelo de trabalho focado na simplificação dos processos comerciais internacionais.

Aliado a isso, em 2021 a empresa triplicou o time de profissionais especializados em aviação, que são 100% dedicados à importação de aeronaves.

 

Mercado aquecido impulsiona venda de seminovos

Em 2021, a Timbro teve demanda 40% superior ao ano anterior para importação de aeronaves. Na análise dos especialistas da empresa, o mercado mundial seguirá aquecido.

A demanda por aviões e helicópteros novos está maior que a oferta globalmente, o que dependendo do modelo da aeronave vem gerando espera de 12 a 24 meses para recebimento do equipamento.

Segundo Philipe, o aumento de demanda aplica-se de maneira mais incisiva ao mercado brasileiro.

“Nosso país tem dimensões continentais, baixa cobertura da aviação comercial e cadeia produtiva espalhada geograficamente. Isso impulsiona a importação cada vez mais diversificada de aeronaves, que vão de turbo hélices, aviões agrícolas, helicópteros até jatos de longo alcance”, explica o executivo.

“A frota brasileira de helicópteros, por exemplo, segundo as nossas estimativas, deverá crescer entre até 50% nos próximos anos”, detalha Philipe.

Esta renovação da frota vai incrementar o mercado de seminovos. Neste cenário aquecido, proprietários estrangeiros tendem a adquirir uma nova aeronave e vender a atual, fazendo com que o mercado receba um volume relevante de aviões e helicópteros seminovos.

Segundo Philipe, “a aeronave seminova em boas condições, passando por uma rígida avaliação, manutenção adequada e nacionalização feita da forma correta, é uma boa opção para o comprador brasileiro, sobretudo para quem está adquirindo o primeiro avião ou helicóptero”.

Na Timbro, a aquisição de uma aeronave passa por equipe especializada em aviação, tornando simples e segura a aquisição de uma seminova importada.

 

Consolidação no mercado de aviação executiva e novas soluções

A operação de aviação executiva da Timbro vem conquistando cada vez mais relevância no mercado. A empresa chega ao final do mês de abril com crescimento de 250% no número de operações realizadas na comparação com o mesmo período de 2021, ou seja, três vezes mais aeronaves importadas.

O resultado mantém o ritmo do consolidado de 2021, quando a área importou quase duas vezes mais aeronaves do que em 2020.

Segundo Philipe, “em junho do ano passado, já éramos responsáveis por 25% das importações de aeronaves executivas no Brasil. Ao reforçar nosso time com mais especialistas, ampliamos nossa capacidade de simplificar este tipo de operação e hoje, certamente, somos uma das principais opções para quem deseja adquirir um avião ou helicóptero de fora do país”.

O fato de operar em diferentes negócios de comércio exterior permite, ainda, que a Timbro traga novas soluções para os mercados onde atua.

Em 2021, a empresa deu início às transações via barter para importação de aviões e helicópteros, onde aquilo que o cliente produz é usado para o pagamento da aeronave escolhida, adequando o pagamento à sua produção agrícola (grãos, açúcar, algodão e café) ou de minério (ferro, manganês, ferro gusa, sucata e metais não-ferrosos).

Esta solução financeira é única no mercado brasileiro para aeronaves e só é possível porque a Timbro também opera com commodities agrícolas e metálicas.

“Como também exportamos commodities, cujos produtores têm nos aviões e helicópteros uma ferramenta de trabalho, podemos levar a estes clientes a possibilidade de nos remunerarem com as suas respectivas produções”, explica Philipe.

O modelo de barter representou 3% das operações da Timbro com aviação em 2021; a meta da empresa é ampliar esta participação para 10% em 2022.
 

 

Com informações da Timbro.