Boeing 777 Pratt & Whitney United Airlines Motor
Foto: NTSB

A United Airlines foi processada por um passageiro que estava a bordo do Boeing 777 no voo UA-328 no dia 20 fevereiro, que teve uma explosão no motor direito. O processo foi realizado no último dia 7 de março em um Tribunal no Colorado, nos Estados Unidos.

O Advogado Jonathon Corbett, responsável pela ação acusa a United de negligência, pois segundo ele se a companhia aérea tivesse verificado as todas as partes e condições do motor poderia ter evitado um incidente semelhante ao que ocorreu em 2018 com o mesmo motor e modelo de aeronave.

Na ação coletiva movida por um dos passageiros disse que tanto ele como outros passageiros sofreram problemas psicológicos e de saúde física após o ocorrido. O autor disse que teve náuseas, mal estar além de ter tido insônia após o incidente. Ele afirmou ainda que os passageiros ficaram em estado de choque e temendo perder a vida durante cerca de 20 minutos.

“Ninguém deveria ter que passar por isso como resultado da recusa de uma companhia aérea em cuidar adequadamente de seus aviões e clientes, e estou ansioso para forçar a United a fazer isso da melhor maneira possível”. Disse Jonathon Corbett em uma entrevista a rede de TV FOX News.

A United Airlines respondeu por meio de nota a FOX:

“A segurança continua sendo nossa maior prioridade – para nossos funcionários e clientes. Temos orgulho do cuidado de nossos funcionários com nossos clientes e da dedicação inabalável à segurança em nossas operações diárias e em resposta a este incidente.”

“Foi esse profissionalismo que levou a maioria dos passageiros do vôo 328 a embarcar em outro vôo para Honolulu mais tarde naquela noite. Continuamos a trabalhar com as agências federais que investigam este incidente e, devido à investigação em curso, não poderemos fornecer mais comentários neste momento.” Disse a United.

Em analises feitas pelo NTSB apontam que a fadiga do metal foi um dos principais motivos de causar a explosão no motor do Boeing 777.