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Na imagem, o caça F-16C da Força Aérea Real Dinamarquesa escolta o Su-35 Flanker-E e o Tu-160 Blackjack das Forças Aeroespaciais da Rússia. Captura de tela/Ministério da Defesa da Rússia.

Dois bombardeiros russos Tupolev Tu-160 Blackjack realizaram uma missão de treinamento de oito horas no Mar Báltico na terça-feira (21). Escoltados por caças Sukhoi Su-35 e Su-27 Flanker, as aeronaves russas foram interceptadas e acompanhadas por caças F-16, F/A-18, Eurofighter Typhoon e JAS-39 Gripen. 

De acordo com a declaração do Ministério da Defesa Russo, os bombardeiros “porta-mísseis” da Aviação de Longo Alcance conduziram uma missão de treinamento sobre águas neutras do Báltico, com a escolta de caça sendo realizada por aeronaves Su-35 da Defesa Aérea do Distrito Militar Ocidental e Su-27 da Aviação Naval da Frota do Báltico.

Como de costume, a operação russa causou o acionamento de caças da OTAN e de países da região. Segundo o governo russo, as aeronaves foram acompanhadas por caças JAS-39 Gripen da Suécia, F-16 Fighting Falcon da Força Aérea Real Dinamarquesa e F/A-18 Hornet da Força Aérea Finlandesa. Os voos de aeronaves das forças russas, bem como suas interceptações e acompanhamentos, são eventos comuns na região.

De fato, um Eurofighter Typhoon F-2000 da Força Aérea Italiana também interceptou os caças e bombardeiros da Rússia, todavia, esta aeronave foi incorretamente identificada como um F-16. No vídeo acima, divulgado pelo Ministério da Defesa, apenas o F-16 e o Typhoon podem ser vistos. 

Um dos Su-35S Flanker-E que escoltou os Tu-160. A aeronave é vista carregando mísseis ar-ar R-73 e R-77 de curto e longo alcance, respectivamente. Captura de tela/Ministério da Defesa da Rússia.

Abaixo, a nota divulgada pelo Ministério.

“Dois porta-mísseis estratégicos Tu-160 da aviação de longo alcance realizaram um voo planejado no espaço aéreo sobre as águas neutras do Mar Báltico. A escolta de caça foi fornecida pelas tripulações dos Su-35s da Força Aérea e da Associação de Defesa Aérea do Distrito Militar Ocidental e dos Su-27 da Aviação Naval da Frota do Báltico. A duração do voo foi de cerca de 8 horas.

Em certas etapas da rota, os porta-mísseis estratégicos russos foram acompanhados por caças F-16 da Força Aérea Italiana e da Força Aérea Dinamarquesa, F-18 da Força Aérea Finlandesa, Saab JAS-39 Gripen da Força Aérea Sueca e outros aeronaves de países estrangeiros.

Tripulações de aviação de longo alcance sobrevoam regularmente águas neutras dos mares Ártico, Atlântico Norte, Negro e Báltico e Oceano Pacífico. Todos os voos de aeronaves das Forças Aeroespaciais Russas são realizados em estrita conformidade com as regras internacionais de uso do espaço aéreo.”

O Typhoon italiano visto do Tu-160. A aeronave foi incorretamente identificada como um F-16 pelos russos. Captura de tela/Ministério da Defesa da Rússia.

O portal The Aviationist explica que os Typhoons italianos estão desdobrados na Base Aérea de Amari, na Estônia, onde substituíram os caças stealth F-35A Lightning II na rotação da missão Baltic Eagle II de policiamento do espaço aéreo no Báltico. Em junho, os F-35 da Itália também estiveram envolvidos na interceptação de aeronaves Su-35 e Tu-160 que sobrevoaram o Báltico. 

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