Avianca Colombia confirma o cancelamento de 20 encomendas para o A320neo

Foto - Divulgação

A Avianca Colombia confirmou hoje (07/01) o cancelamento de 20 encomendas para o Airbus A320neo, logo após a BOC Aviation fazer um contrato direto com a Airbus para encomendar 20 aeronaves do mesmo modelo.

“A empresa reduziu seus compromissos firmes de 108 para 88 aeronaves A320neo”, disse a Avianca em um comunicado à imprensa. “As entregas família A320neo previamente agendadas entre 2020 e 2024 foram adiadas ou canceladas.”

A companhia agora espera que as entregas de novas aeronaves da família A320neo da Airbus sejam retomadas em 2025, a uma taxa de 20 aviões entregues por ano, finalizando as entregas em 2029.

No entanto, a empresa também afirma que, em 7 de janeiro, chegou a um acordo para arrendar até 12 A320neos do arrendador de aeronaves BOC Aviation por 12 anos, com as entregas desses corpos estreitos iniciando após 2023.

Os termos desse acordo permanecem desconhecidos, assim como o plano revisado da frota afeta a repartição dos subtipos do A320neo na frota da Avianca.

A Avianca diz que reformulou o plano da frota “em cooperação com a Airbus” e que as mudanças “adaptam os compromissos de suas aeronaves aos requisitos futuros”.

A Avianca pode arrendar até 12 aviões A320neo provenientes de contrato com a BOC Aviation, da encomenda realizada nesta terça.


 

Aeronaves da Boeing

Também nesta terça-feira (07/01), a Avianca disse que “chegou a um acordo mutuamente benéfico com a Boeing no que diz respeito às entregas pendentes do 787-9”.

A Avianca, no entanto, não forneceu maiores detalhes. A companhia tem duas companhias firmes para o 787-9, a primeira aeronave já foi fabricada, porém não chegou na frota da companhia.

Provavelmente o pedido da Avianca para o 787-9 é realizado através de empresas de leasing, assim como parte do pedido do A320neo, e o acordo também envolve outras empresas.

Boa parte desses adiantamentos de entregas da Avianca Colombia é devido ao plano da companhia aérea de remodelar a companhia aérea, ajustando o financeiro e os gastos para permitir a volta dos lucros. A companhia congelou a frota, evitando novas entregas de aeronaves com leasing mais caro, e está retirando alguns aviões mais ineficientes da sua frota.

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