Foto - Boeing

Sabemos que o Boeing 777 é um grande marco dentro da aviação comercial, uma das provas disso é o novo 777X, que já está em fase de teste na fábrica da Boeing.

Mas por trás da história deste widebody de respeito, existem algumas curiosidades, e uma delas é que o T7 poderia ter três ao invés dos dois motores. Bom! Pelo menos foi isso que a Boeing pensou no início da década de 90.

Foto – Boeing

O Boeing 777 é conhecido por fazer rotas de longas distâncias, ser mais silencioso, bem como econômico. Mas na época que estava sendo projetado foi cogitado que o 777 fosse tri-reator, algo semelhante ao Lockheed TriStar, na época os aviões bimotores cumpriam rotas de médio curso, e um tri-reator econômico poderia mudar isso.

Mas a Boeing também sabia que o 777 com três motores seria impopular, e isso acabou por enfraquecer a ideia de fabricar um T7 de três motores, na época a fabricante tinha em seu catálogo o 747, que tinha quatro motores e fazia rotas longas.

Porém a Boeing desistiu de fazer um 777 tri-reator no início da década de 90, mas não de fazer o 777 como conhecemos atualmente, e então, em 1995, voou pela primeira vez um 777, marcando assim o começo de um novo tempo aviação.

Atualmente os aviões bimotores levam bastante passageiros, como é o caso do 777-300ER, que pode levar mais de 390 passageiros e cumprir rotas de aproximadamente 15000 quilômetros.