F-22 Raptor FIDAE
Lockheed Martin F-22 Raptor

A Força Aérea dos EUA (USAF) apresentou um plano que visa melhorar as taxas de missões dos esquadrões de caça dos EUA, especificamente para os esquadrões que operam aeronaves como o F-22 Raptor, o F-35A Lighting II e o F-16 Fighting Falcon.

Segundo divulgado pelo site Defense News, as taxas de missões dos esquadrões estão a baixo do esperado pelo secretário de defesa dos EUA, Jim Mattis. E esse plano em questão foi confirmado pelo então secretário da USAF, Heather Wilson.

Em setembro Mattis ordenou que a USAF e a U.S Navy tivessem taxa de disponibilidade dos caças para missões de 80% até o final de 2019, um aumento significativo de onde eles estavam quando esses números foram liberados pela última vez ao público.

De acordo com os dados da Força Aérea para o ano fiscal de 2017, divulgados em março, a frota do F-16C relatou uma taxa de 70,22% com base em missões, a frota do F-35A registrou 54,67% e a F-22A registrou uma baixa taxa de 49,01%.

F-35A USAF

As mudanças aconteceriam também na Guarda Nacional Aérea que está submetida a Força Aérea, segundo Wilson, as melhorias iriam vir desde novos pilotos a uma mudança no requisito manutenção com a criação de um segundo turno de profissionais de manutenção para que as aeronaves estejam ao máximo prontas para uma eventual decolagem de emergência.

A fabricante Lockheed Martin também se posicionou a respeito nessa questão do aumento de taxas dos esquadrões da USAF estão ansiosos para apoiar esse aumento de taxas de missões. A empresa em questão é atualmente a principal fornecedora de aeronaves que cumprem a ponta de lança da USAF, como o F16, F-22 e F-35.

F-16 Fighting Falcon. Foto – US Air Force

 

Altos investimentos da USAF

Essa notícia mostra como o governo americano se preocupa com pela atividade e prontidão da Força Aérea. Outro exemplo que mostra isso foi medida proposta pela USAF de criar 74 novos esquadrões de combate dentro na Força Aérea dos EUA, juntando assim com os 312 já existentes. Esses novos esquadrões seriam criados até 2025 e junto com eles teria a formação de 40.000 pilotos.

Hoje o gasto da USAF não é baixo, aeronaves como F-22 e F-35 tem uma cara manutenção, além disso, tem uma despesa extra com pessoal, treinamento, acomodação e outros. Não foi divulgado um número oficial sobre os gastos anuais dentro da USAF, mas acredita-se que gire entorno dos US$ 30 bilhões por ano.