Boeing MQ-25 Stingray US Navy testes
Militares balizando um MQ-25 durante os testes em solo. Foto: Sam Jenkins/US Navy.

A Boeing e a Marinha dos Estados Unidos estão concluindo uma série de testes de solo com o drone MQ-25 Stingray. Os ensaios são realizados em Chambers Field, na Estação Aeronaval de Norfolk, na Virgínia. 

Os testes em solo antecipam os que serão realizados nos próximos meses, onde o drone-tanque será embarcado em um porta-aviões. A aeronave não-tripulada de reabastecimento em voo também terá capacidades de inteligência, vigilância e reconhecimento. 

“O Stingray é o futuro da aviação naval e a verdadeira etapa revolucionária da Ala Aérea do Futuro. O MQ-25 representa o primeiro veículo aéreo não tripulado (UAV) baseado em porta-aviões”, disse o Contra-Almirante John Meier, comandante da Força Aérea Naval do Atlântico.

Boeing MQ-25 Stingray US Navy testes
Foto: Sam Jenkins/US Navy.

“O teste de solo é mais um passo em direção à união de plataformas de aeronaves tripuladas e não tripuladas. A integração de plataformas como o MQ-25 na asa aérea aumentará sua letalidade e alcance.”

“O que estamos fazendo hoje é manuseio de convés”, disse Rick Schramm, engenheiro-técnico líder do conselho de revisão de materiais. Schramm explica que o MQ-25 possui um sistema que permite ser acionado e taxiado por controladores no convés. O controle foi recentemente demonstrado pela sua fabricante.

O MQ-25 é o primeiro passo em direção à visão estratégica da Marinha de redes e arquitetura de sistemas interoperáveis ​​e unificadas.

A aeronave está abrindo caminho para que futuros sistemas não tripulados sejam introduzidos no ambiente de alas aéreas e porta-aviões.

Boeing MQ-25 Stingray US Navy testes
Foto: Sam Jenkins/US Navy.

O Chief Aviation Machinist Mate Michael Solle afirma que os recursos do MQ-25 permitirão que o F/A-18 retorne à sua missão principal, assim como estenderá seu alcance de ataque e aumentará a capacidade de manobra. O MQ-25 pretende ser um dos programas de aquisição de defesa mais rápidos da Marinha para atingir a capacidade operacional inicial.

Via DVIDS

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