Aeroflot Rússia

O ministro dos Transportes da Rússia, Vitaly Savelyev, divulgou nesta terça-feira (22) que autoridades do exterior conseguiram apreender cerca de 78 aviões que operavam no país, e agora estão fora do território russo.

“Nós perdemos 78 aviões”, disse Vitaly Savelyev, sem divulgar quantos aviões de leasing estavam operando anteriormente na Rússia. 

Dentro das sanções feitas pela União Europeia contra Rússia, as empresas de leasing podem retomar suas aeronaves até o dia 28 de março. Apesar da data limite, é improvável que uma devolução em massa aconteça por parte das empresas russas.

No último dia 14 de março o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou que cerca de 740 aviões operem voos domésticos mesmo sem o pagamento de leasing e suporte oficial das fabricantes.

Com isso, cerca de 800 aviões (de acordo com Savelyev) já foram matriculados na Rússia, enquanto anteriormente operavam com matrículas de outros países, como Bermudas e Irlanda.

Ao mesmo tempo os Estados Unidos estão colocando na lista negra cerca de 100 aviões controlados por empresas ou pessoas físicas da Rússia, que recentemente violaram as sanções impostas há algumas semanas.

Nesta lista há alguns aviões comerciais operados pela Aeroflot e S7 Airlines, que voaram para fora da Rússia até com finalidade de manutenção, contornando as sanções de acordo com o Departamento de Comércio dos EUA. Até mesmo o jato executivo Gulfstream G650ER do bilionário Roman Abramovich está nesta lista dos Estados Unidos.

 

As informações são da Agência de Notícias Interfax.