Foto - Ryanair/Reprodução

Ontem(24) o Conselho da União Europeia emitiu as suas conclusões sobre o pouso forçado do Boeing 737-800 da Ryanair que operava o voo 4978. Ao final do dia, o Conselho condenou “veementemente” a atitude da Bielorrússia, bem como condenou a prisão do jornalista Raman Pratasevich e de sua noiva Sofia Sapega.

Além de exigir que os dois sejam libertados, o Conselho da União Europeia anunciou sanções para o país. O Conselho expressou a sua solidariedade e apoio aos diplomatas a Letônia que foram expulsos do país.

A União Europeia classificou o ocorrido com o voo da Ryanair como algo que “coloca em risco a segurança da aviação”. A União Europeia instruiu a Organização Internacional da Aviação Civil(ICAO) e a EASA a iniciar uma investigação imediatamente sobre o ocorrido, que foi classificado como “sem precedentes e inaceitável”.

Além disso, o Conselho orienta as companhias aéreas a evitarem realizar sobrevoos na Bielorrússia, bem como proibir empresas com origem no país de realizar voos. Diversos países incluindo um país fora da Europa, no caso os EUA, emitiram uma ação conjunta condenando a atitude da Belarus em colocar a segurança da aviação em risco.

Os 9 países em conjunto exigem que a ICAO faça uma investigação detalhada sobre o caso. A Organização disse que o ocorrido infligiu uma das regras do direito aéreo internacional.

“A ICAO está fortemente preocupada com a aparente aterragem forçada de um voo da Ryanair e dos seus passageiros, o que pode ser uma violação da Convenção de Chicago. Disse a ICAO.

A IATA também se posicionou sobre o caso: “Condenamos veementemente qualquer interferência ou exigência de pouso de operações de aviação civil que seja inconsistente com as regras do direito internacional”.

 

Fonte: Aerotime