Bombardeiros B-1B Lancer e B-52H Stratofortress na base aérea de Guam. Foto: autor desconhecido

A USAF poderá aposentar uma parte dos bombardeiros estratégicos B-1B Lancer, para usar o dinheiro que seria gasto na revisão dos Lancers no projeto do B-21 Rider, mas todos os clássicos B-2 devem ser mantidos na ativa.

“A história do B-1 é que projetamos uma aeronave para voar em baixa altitude, em alta velocidade, supersônica para penetrar nas defesas inimigas e atingir alvos”, diz David Goldfein, chefe da equipe da USAF.

Bombardeiro B-1B

O bombardeiro que entre suas capacidades pode fazer voos supersônicos e tem asa de geometria variável, o que pode ser bem vantajoso em uma missão real, tem por outro lado um grande problema, que são os custos com a manutenção que são bem altos.

A USAF tem hoje em média 61 B-1B Lancers em serviço, com idade média de 32 anos. O projeto do B-1B é de 1986 e a aeronave faz frente a outro poderoso da aviação de bombardeiros, o russo TU-160 Blackjack.

“A discussão que estamos tendo é que há um número de B-1s que seriam tão proibitivos para poder voltar ao status de código um e que deveríamos retirá-los”, diz Goldfein. “Então, gaste esse dinheiro para fazer algumas coisas importantes no portfólio de bombardeiros”.

Futuro bombardeiro estratégico dos EUA., B-21. Arte- USAF

O B-21 será o começo de um marco dentro da avião bombardeiro dos EUA, substituindo inclusive o B-2 Spirit. O B-21 Rider da Northrop Grumman, já tem planos de voar em dezembro de 2021.


“Vou lhe dizer que o requisito do 100 B-21, no mínimo, são realizadas várias análises que indicam que precisamos de mais do que essa [quantidade]”, diz Goldfein. “E estou 100% em sintonia com essas análises.”

B-52 Stratofortress da U.s Airforce

Mesmo tendo gastos com o B-52 a USAF já mostrou interesse em manter ativo este clássico de 8 motores por um bom tempo. E para isso o B-52 terá que passar por uma completa modernização que inclui aviônicos, sistemas e motores novos. 

 

Fonte de apoio: Flight Global / Edição: Aeroflap

DEIXE UMA RESPOSTA