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Colômbia compra mais treinadores T-6 Texan II

Colômbia deseja ter uma frota total de 24 treinadores Textron T-6C Texan II. Foto: FAC/Cees-Jan van der Ende
Colômbia deseja ter uma frota total de 24 treinadores Textron T-6C Texan II. Foto: FAC/Cees-Jan van der Ende

A Força Aérea da Colômbia (FAC) assinou com a Textron Aviation a aquisição de mais quatro turboélices de treinamento T-6C Texan II. O negócio é avaliado em US$ 41 milhões. 

A compra dos treinadores é parte do planejamento da FAC e do Ministério da Defesa colombiano em ter uma frota de 24 destas aeronaves. Ao mesmo tempo a FAC também foi autorizada a comprar mais aviões Cessna 172 Skyhawk de treinamento básico. O T-6 substituiu os antigos jatos T-37 Tweet, enquanto os C172 entram no lugar dos T-41 Mescalero (versão militar do Skyhawk). 

Segundo o Defense News, a Colômbia encomendou três T-6C em 2020 por US$ 28,74 milhões. Esse contrato incluía a opção para a Colômbia comprar até mais oito. No ano seguinte, o país encomendou mais quatro em contratos separados, com valor agregado de US$ 37 milhões. A FAC já recebeu seis dos sete aviões encomendados.

Beechcraft/Textron T-6C Texan II da Força Aérea Colombiana. Foto: FAC/Divulgação.

Beechcraft/Textron T-6C Texan II da Força Aérea Colombiana. Foto: FAC/Divulgação.

Os T-6 são usados no treinamento avançado, recebendo pilotos que antes tiveram instrução primária e básica no C172 e T-27 Tucano, respectivamente.

Todo o treinamento de voo de asa fixa ocorre em uma escola internacional administrada pela FAC na Base Aérea Capitão Germán Olano, em Palanquero. Além de receber os pilotos da própria FAC, a escola também fornece instrução a estagiários da República Dominicana, Guatemala, Honduras, Panamá e El Salvador.

Ademais, fontes militares disseram ao portal, em condição de anonimato, que a FAC também deseja adquirir armas para seus T-6C. Dessa forma, os Texan II também seriam usados na instrução de voo tático, bem como numa função secundária de ataque leve, atuando ao lado dos A-29 Super Tucano do país. 

Ao mesmo tempo em que busca comprar mais treinadores, a FAC recentemente encontrou um entrave na aquisição de novos caças de 1ª linha. Dessa forma a Força Aérea renovou o contrato de manutenção dos atuais IAI Kfir, enquanto o governou acabou adiando a compra do Dassault Rafale, escolhido pela FAC como seu novo caça. 

 

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Estudante de Jornalismo na UFRGS, spotter e entusiasta de aviação militar.