Emirates recebeu desde março um aporte de US$ 2 bilhões do governo

Foto/Divulgação: Emirates

A companhia aérea de Dubai recebeu em março, de forma discreta e sem anuncio oficial um aporte de AED 7,3 bilhões (US$ 2 bilhões) no inicio do ano. Nem a Emirates nem o Governo dos Emirados Árabes divulgou sobre a negociação, tão pouco sobre a execução do aporte à companhia aérea.

De acordo com documentos divulgados pela Reuters, o aporte financeiro dado a Emirates foi concebido pelo príncipe herdeiro de Dubai. Na ocasião, o herdeiro prometeu ajuda a companhia para enfrentar com liquidez a crise do Covid-19 que atinge a aviação.

Em março o príncipe Sheikh Hamdan bin Mohammed destacou a importância da empresa para o país e o total comprometimento dele em ajudar. Entretanto nenhum posicionamento oficial foi feito nem pelo herdeiro nem pela Emirates.

A Emirates foi uma das empresas que mais foram afetadas pela crise, já que seu modelo de operações é quase que exclusivamente para voos de longas distâncias. Devido as restrições de viagens de outros países e do próprio Emirados Árabes, a companhia precisou ficar sem operar durante algum tempo.

Com as restrições a companhia precisou realocar seus Airbus A380 temendo que as viagens longas poderiam demorar mais. Cogitada até mesmo a aposentadoria do modelo, no qual a Emirates é a maior operadora entretanto a empresa disse que até 2022 pretende operar toda a sua frota novamente. 

 

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