Na busca para tornar mais o transporte aéreo mais sustentável, a produção e o uso do biocombustível no país têm recebido a atenção do Governo Federal.

“É uma agenda que faz parte do futuro e nós estamos investindo muito nela”, afirmou o secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, durante visita técnica à usina de biodiesel da empresa Granol, em Anápolis (GO), nesta sexta-feira (30).

Atualmente, o querosene de aviação representa mais de 28% dos custos das companhias aéreas brasileiras. Como não é produzido em larga escala e nem de forma contínua, o bio QAV (querosene) não é uma alternativa viável.

Porém, entre as suas vantagens está a redução dos custos do setor, a diminuição das emissões de CO2, por meio do desenvolvimento e produção do bioquerosene renovável e a adoção dos padrões internacionais de qualidade.

A usina visitada nesta sexta é a segunda no ranking de capacidade e quarta em produção de biocombustível no país, de acordo com dados de janeiro a junho de 2021. A empresa é precursora na produção de biodiesel no Brasil, tendo participado initerruptamente desde o 1º leilão organizado pela Agência Nacional do Petróleo (Anp) em 2005.

“A gente sabe da importância da agenda sustentável para atrair investimentos internacionais para o Brasil. Então, trata-se de um esforço que o Governo Federal tem travado junto ao setor privado para que possamos continuar avançando nessa pauta. Nosso objetivo constante é aliar sustentabilidade e eficiência”, acrescentou Sampaio. 

Participaram da visita o diretor da ANAC, Rogério Benevides, o diretor de Biocombustíveis de Aviação da Ubrabio e representante da Gol Linhas Aéreas, Pedro Scorza, o diretor da Granol, Diego Ferrés, o diretor da Ubrabio, Donizete Tokarski, além de pesquisadoras das universidades federais da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

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