Foto - Paul Gordon/Boeing

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA – International Air Transport Association) pediu que as autoridades de segurança da aviação continuem seus esforços para atender aos requisitos de validação técnica e aos prazos para a colocar as aeronaves Boeing 737 MAX novamente em operação.

O anúncio foi feito na conclusão da segunda Cúpula Boeing 737 MAX, organizada pela IATA.

“As tragédias com o Boeing 737 MAX pesam fortemente neste setor que considera a segurança sua principal prioridade. Confiamos na Federal Aviation Administration (FAA), em sua função de órgão regulador da aviação civil, para garantir o retorno seguro da aeronave. E respeitamos a decisão independente dos órgãos reguladores do mundo todo sobre as recomendações da FAA”, disse Alexandre de Juniac, Diretor Geral e CEO da IATA.

“Ao mesmo tempo, a aviação é um sistema globalmente integrado que se baseia em padrões globais, incluindo reconhecimento mútuo, confiança e reciprocidade entre os órgãos reguladores de segurança. Esta estrutura harmonizada tem funcionado com sucesso há décadas, ajudando a tornar o transporte aéreo a forma mais segura de viagens de longa distância. A aviação não pode funcionar de forma eficiente sem esse esforço coordenado, que é necessário para restaurar a confiança do público”, disse Alexandre de Juniac.

A IATA reiterou a necessidade de atender a requisitos adicionais de treinamento para a tripulação do Boeing 737 MAX.

Representantes de mais de 40 companhias aéreas, autoridades de órgãos reguladores de segurança, fabricantes de equipamentos originais, organizações de treinamento, associações relacionadas à aviação e locadores de aeronaves participaram da segunda Cúpula Boeing 737 MAX em Montreal, em 26 de junho de 2019.