Tripulação da Expedição 64 em primeiro plano e ao fundo a tripulação da expedição 63- Foto/Divulgação; NASA

Nesta madrugada por volta das 2h45 foi lançada na espaçonave Soyuz MS-17 a histórica missão Expedição 64, que levou até a ISS a astronauta da NASA Kate Rubins e os cosmonautas russos Sergey Ryzhikov e Sergey Kud-Sverchkov. O lançamento aconteceu no Cosmódromo Baikonur, no Cazaquistão.

A atracação da nave russa na ISS aconteceu de maneira bem rápida, em apenas três horas após o lançamento foi feita a operação de atracação na estação espacial.

A tripulação da expedição 64, foi recebida pela tripulação da expedição 63, que conta é composta pelo astronauta da NASA Chris Cassidy e os cosmonautas Anatoly Ivanishin e Ivan Vagner que estão na ISS desde abril e devem retornar à Terra no próximo dia 21.

Último assento pago pelos EUA em uma espaçonave Soyuz:

O lançamento desta madrugada foi marcada por um fator histórico que foi o último assento pago pelos EUA para um lançamento de um(a) astronauta em uma espaçonave russa.

Desde 2011 os EUA dependiam dos russos para lançarem seus astronautas e a taxa cobrada era muito alta, algo em torno de U$ 90 milhões por assento.

Com o Programa Tripulação Comercial da NASA, a agência espacial norte-americana volta a ter independência em lançamentos tripulados, e essa independência conta com a ajuda da SpaceX e da Boeing. 

Astronautas do Programa de Tripulação Comercial da NASA- Foto: NASA

A SpaceX está mais avançada e já fez testes tripulados para a ISS. Além disso, a empresa de Elon Musk já tem dois lançamentos tripulados operacionais, sendo um deles previsto já para novembro  e o próximo para o verão de 2021.


Acoplamento da MS-17 e da entrada da tripulação na nave na Estação Espacial Internacional (ISS):

 

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