MiG-31 com o míssil Kinzhal. Foto- Piotr Butowski/Aviation Week.

O interceptador MiG-31 Foxhound foi submetido a um teste com um enorme míssil acoplado na parte central do caça.

Esse teste com o interceptador já estava ocorrendo meses antes do voo, em setembro. Essa experiência lembra bastante outro teste ocorrido entre os anos 1984 e 1995, sob o qual a aeronave MiG-31D foi equipada com o míssil Fakel 79M6, e o MiG-31DM aprimorado com o Fakel. O armamento tinha como principal objetivo a interceptação de satélites.

Com este novo experimento espera-se continuar e com isso reativar programa Kontakt, que desde 1995 ainda desperta interesse por parte das autoridades da Força Aérea Russa.

Em 2013 foi feito um forte pedido por parte do alto comando da aeronáutica russa, ao então presidente Vladimir Putin, para que o programa anti-satélite fosse reativado.

As vantagens de se lançar um míssil a parit do interceptador Mig-31 está justamente na velocidade do caça que é capaz de chegar a Mach 3, e devido a essa velocidade, a aeronave é capaz de grandes altitudes e pode entregar um míssil a uma distância de até 1000 km (621 mi).

Interceptador Mig 31, Foto/Divulgação United Aircraft Corp

Outro desenvolvimento que novamente foi discutido no mês passado, e que envolve o Foxhound, é justamente o programa de modernização do caça, que de fato irá ocorrer nos próximos anos. Atualmente cerca de 130 unidades do caça estão em atividade na Rússia.

Com a modernização, que envolverá uma mudança buscar no cockpit, no qual o caça será equipado com um glass cockpit, além da atualização de outros sistemas da aeronave. Com o fim da modernização passará a ser o Mig-31BM.

Mas a UAC (United Aircraft Crop), empresa responsável por fabricar/montar uma várias aeronaves de caça da Rússia, incluindo o SU-57, tem uma visão futurística para um novo interceptador russo, o Mig-41, no qual o trabalho de pesquisas já está em andamento.

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