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Trump

<p><span>O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que está reformando o interior do seu Boeing 757, o avião de transporte VIP do bilionário.</span></p>
<p>Na última sexta-feira (21) Donald Trump utilizou a sua própria rede social, hospedada no site do próprio (<strong><a href=www.donaldjtrump.com), para responder aos questionamentos sobre seu Boeing 757, de matrícula N757AF.

"Muitas pessoas perguntaram sobre o belo Boeing 757 que se tornou tão icônico durante os comícios de Trump. Ele foi efetivamente guardado no interior do estado de Nova York, de modo que não tive permissão para usá-lo durante minha presidência.

Agora está sendo totalmente restaurado e atualizado e será colocado de volta em serviço antes do final do ano. Em breve, ele será levado a uma empresa de Louisiana para a conclusão do trabalho, inspeção e atualização dos motores Rolls-Royce e uma nova pintura. Quando concluído, será melhor do que nunca usado nos próximos 'ralis'!"

A situação do avião, no entanto, é delicada pelo que parece nos últimos anos. Trump utilizou como nunca sua aeronave de luxo durante a campanha para a presidência dos EUA, logo depois, o avião ficou parado em Nova York, no Aeroporto LaGuardia, sem um motor e até mesmo com um incidente sendo registrado.

Comprar um novo motor Rolls-Royce, como é necessário, pode custar alguns milhões de dólares para Trump, contabilizando também a manutenção no outro motor que está na aeronave.

Além disso, pelo tempo em estocagem, o avião pode precisar de uma ampla revisão na estrutura e nos seus sistemas, antes de retornar às operações. Trump disse no seu próprio pronunciamento que vai também mexer na pintura da aeronave.

O ex-presidente comprou esse avião em 2011, ele foi configurado na década de 90 para uso VIP, na época pelo co-fundador da Microsoft, Paul Allen. Repassado para a DJT Operations LLC o avião passou por algumas atualizações, e passou a levar o bilionário Trump em seus compromissos oficiais, antes de ser utilizado na campanha presidencial de 2016.

No interior podemos encontrar um quarto privativo com chuveiro quente, juntamente com móveis de mogno e itens banhados a ouro. Manter todo esse luxo funcionando custa US$ 6 milhões por ano, mesmo sem voar.

 

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Trump diz que vai reformar seu Boeing 757 de luxo em breve

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<p>Nesta segunda-feira (18) o presidente dos EUA, Donald Trump, aprovou uma medida que suspende as restrições de viagem entre os EUA e vários países, incluindo o Brasil.</p>
<p>As restrições foram implementadas em meados de maio do último ano, após um aumento abrupto do número de casos no Brasil e nos Estados Unidos. Por algum período os Estados Unidos até ensaiaram uma maior abertura aos países europeus, mas com uma segunda onda de Covid-19 mais forte, e com cepas mais contagiosas no Reino Unido, os EUA permaneceram fechados.</p>
<p>A medida de Trump visa uma abertura das fronteiras a partir do dia 26 de janeiro, mesmo dia que começa a implementação obrigatória de testes para os que chegam ao país (<strong><a href=Confira Mais Clicando Aqui).

No entanto, haverá uma troca de poder no dia 20, e Joe Biden, do partido oposto ao de Trump, vai assumir o cargo como presidente.

Como resultado, a assessoria de Joe Biden já declarou que as restrições voltarão assim que o novo presidente assumir o poder da maior potência do mundo.

"Com o agravamento da pandemia e mais variantes contagiosas emergindo em todo o mundo, este não é o momento para suspender as restrições às viagens internacionais", ela escreveu. "Seguindo o conselho de nossa equipe médica, o governo não pretende suspender essas restrições em 26/1. Na verdade, planejamos fortalecer as medidas de saúde pública em torno das viagens internacionais, a fim de mitigar ainda mais a disseminação da Covid-19."

A exigência do teste negativo para Covid-19, no entanto, continuará valendo para todos que vão cruzar a fronteira, mesmo para as pessoas com outros vistos ou cidadania.

 

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Trump libera entrada de Brasileiros nos EUA, mas Biden vai barrar

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<p>Foi confirmada a nova pintura do Air Force One, os novos aviões de transporte presidenciais dos EUA vão receber um novo esquema de pintura, esquema esse que<a href= foi sugerido pelo próprio Donald Trump.

Os novos Air Force One já estão sendo modificados para a nobre missão de transportar o presidente dos EUA. Serão dois Boeings 747-8 que vão cumprir tal missão, a previsão de entrega está para 2024.

Esse novo esquema de pintura é bem diferente do tradicional azul e branco. As novas cores vermelha, branca e azul lembram a bandeira dos EUA.

[caption id="attachment_82184" align="aligncenter" width="650"] Esquema do orçamento de 2021 para o programa do Air Force One[/caption]

A USAF está planejando gastar cerca de 4 bilhões de dólares neste programa de troca de aeronaves. Valor esse que foi motivo de crítica pelo próprio presidente Trump, que chegou a cogitar o cancelamento do programa, mas mudou de ideia.

Como já sabemos os Air Force One são totalmente modificados para tais missões, e isso eleva muito o valor, pois são inúmeros equipamentos de segurança para proteger o presidente, que dependendo da situação ele fica mais seguro dentro do Air Force One do que fora.

[caption id="attachment_4873" align="aligncenter" width="800"] VC-25A Atual Air Force One- Foto: USAF[/caption]

Até que as novas aeronaves, sejam entregues, os clássicos VC-25A/VC-25B (Boeing 747-200, foto acima), que foram adquiridos em 1990 são continuar desempenhado este nobre papel e chamando a atenção de curiosos e fanáticos por aviação por onde passam.

Além de dar 'dor de cabeça' aos controladores e pessoal de aeroporto, visto que nestas missões todo um planejamento visando a segurança do líder dos EUA é feita e deve ser seguida pelos responsáveis dos aeroportos por onde o Air Force One passa.

 

 

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Confirmado o novo esquema de pintura dos novos Air Force One

Foi confirmada a nova pintura do Air Force One, os novos aviões de transporte presidenciais dos EUA vão...

<p>Em fevereiro deste ano, durante o evento de roll-out do Boeing 787-10, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que estava feliz com a unidade de montagem final da Boeing em North Charleston, Carolina do Sul. </p>
<p>Durante seu pronunciamento oficial na apresentação do 787-10 Donald Trump disse,<em> 

"O trabalho é uma das principais razões pelas quais estou aqui hoje, porque eu sou o presidente e nunca decepcionarei vocês", disse ele à multidão em North Charleston naquele dia. "Acredite, não vou decepcionar vocês", completou Trump. 

Mas demitir alguns funcionários em 2017 é uma estratégia da Boeing, já pré-anunciada quando a empresa apresentou seus resultados de 2016 em janeiro deste ano. E na última semana a Boeing anunciou para a CNNMoney que estaria demitindo 200 trabalhadores da fábrica de North Charleston, que realiza a montagem final da família 787, uma aeronave de sucesso da Boeing e que utiliza a capacidade máxima de produção, de 12 aviões por mês.

Mesmo depois de fazer um acordo com Trump e o vice-presidente Mike Pence para manter os trabalhadores no estado de Indiana, a Boeing realizou demissões na sua planta de fabricação. 

Em março um sindicato de Seattle informou sobre a demissão de 1800 funcionários nas fábricas da Boeing, sendo que os trabalhadores assinaram o termo em janeiro. Outra demissão de 1500 funcionários seria realizada em junho, desta vez afetando a unidade da Boeing em North Charleston, como citado acima.

Em 2016 a Boeing demitiu 1332 trabalhadores, com base no centro de manufatura da empresa em Seattle. O número total de funcionários da empresa foi reduzido em 7,6% desde março de 2016. Atualmente a Boeing tem 70,6 mil funcionários trabalhando em Everett, Seattle e Renton, com um total de 146,9 mil funcionários em todas as suas unidades no mundo. A situação é preocupante para Trump, só nos últimos 12 meses a Boeing já demitiu mais de 13 mil trabalhadores.

[caption id="attachment_19778" align="aligncenter" width="700"] Linha de fabricação da Boeing em North Charleston. Foto - Boeing/Reprodução[/caption]

Na planta de North Charleston a Boeing constrói todas as variantes do 787, além de seções da fuselagem e itens estruturais. A decisão de construir o 787-10 exclusivamente na Carolina do Sul é por conta da logística de produção da aeronave, a fuselagem central do 787-10 é o resultado de um alongamento da fuselagem original do 787 e, portanto, é inviável para transportar pelos meios comuns, como ferrovias, rodovias e até mesmo no Dreamlifter.

A Boeing também produz as versões 787-8 e 787-9 em Everett, no estado de Washington.

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Boeing demite trabalhadores na fábrica que Trump elogiou empregos

Em fevereiro deste ano, durante o evento de roll-out do Boeing 787-10, o presidente dos Estados Unidos, Donald...